Como usar sua experiência para abrir um novo negócio

Em meio à crise econômica e incertezas sobre os rumos do país, o número de novas empresas abertas no Brasil bateu recorde histórico em 2019.

Segundo o Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian, foram quase trezentos mil novos empreendimentos abertos só em julho, totalizando pouco menos de duas milhões de novas empresas no primeiro semestre – 20% a mais do que no ano anterior.

Esse cenário mostra que boa parte dos trabalhos formais e profissões tradicionais estão com os dias contados. 

Diante do quadro de incerteza e medo que assombra a economia nacional, muitos tem vivido momentos difíceis e outros, cenários desesperadores.

Um fato é certo – ter apenas uma fonte de renda hoje já não é garantia de segurança.

Em virtude de todo este quadro, um grande numero de profissionais tem tirado do rascunho o sonho de ser dono do próprio nariz. Em alguns casos, fazendo do novo negócio, a segunda fonte de renda.Neste contexto tão atual e conhecido por tantos, certamente, a solução mais viável é investir em um modelo já testado, aprovado e mensurável – modelos de negócios enxutos e com alta lucratividade. Este é o caso do empresário carioca Marcelo Silva, que está à frente de uma pequena confeitaria e se sentiu motivado para além do seu negócio, investir em um modelo de negócio já existente.  

Em um futuro muito próximo, Marcelo gerenciará as duas atividades, a de proprietário de uma confeitaria e licenciado de um escritório de tecnologia em Miami.

Para ele, ter investido na rede tech representou mais uma oportunidade de renda, de aprendizado e de networking, bem como sair da zona de conforto para crescer e sem duvida alguma, mais qualidade de vida.

“O segredo é delegar”, conta Marcelo.

A dedicação extra no trabalho que assumiu não significa cansaço, e sim, vontade de buscar novos objetivos através de um novo modelo de negócio.

O modelo de negócio enxuto é um sucesso. O baixo investimento vai de encontro com o momento de crise em que vivemos no mundo. 

O projeto foi criado por uma liga de estudantes de tecnologia de todo o mundo e foi vendido em formato de pequenas fatias, como ações. Vinte unidades terão suas portas abertas simultaneamente ainda no primeiro semestre de 2020.

Na próxima reportagem, contaremos mais sobre o modelo de negócio e traremos mais detalhes da empresa.